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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Amora.



A história de amor trágica desses dois,  Píramo e Tisbe,  pode ter sido a inspiração de Shakespeare para Romeu e Julieta, quando li foi a primeira coisa que me veio a cabeça. Dois jovens apaixonados que queriam muito ficar juntos e não conseguiam a permissão de seus familiares.

Eles eram vizinhos, separados apenas por uma parede, e nessa havia uma fresta que eles usavam para torcar palavras de amor.  Em um encontro noturno, decidiram que a única alternativa que tinham para ficar juntos era fugir de suas casas e então combinaram de se encontrar no túmulo de Nino,
fora dos limites da cidade, ao pé de uma amoreira branca e próxima a uma fonte refrescante.
Tisbe chegou primeiro ao local e de repente uma leoa chegou bem próximo com a boca ensanguentada querendo se molhar na fonte. Tisbe correu e escondeu em uma gruta, deixando seu véu cair sobre a terra. A leoa viu o véu e o rasgou com os dentes ensanguentados.
Quando Píramo chegou e não achou Tisbe, viu as pegadas do felino e o véu de sua amada todo rasgado e ensanguentado, se desesperou e decidiu morrer por causa da amada, desembainhou sua espada e feriu o próprio coração.
Quando Tisbe retornou ao local se deparou com o amado morto, entendeu a situação e decidiu também morrer junto com ele. Segundo a mitologia, foi por causa do sangue dos apaixonados que foi derramado aos pés da amoreira que os deuses se comoveram e decidiram dar a cor vermelha às amoras.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Os Astecas




Ou Aztecas eram um povo que habitava o centro-sul do México. 
Possuíam uma mitologia vasta em deuses e seres sobrenaturais, e incorporavam á sua religião divindades dos povos que conquistavam. 
Eram politeísta, acreditavam em mais de um deus, e algumas divindades eram elementos naturais como a água, a terra, o fogo, o vento e a lua, e coisas que lhes causavam medo. 
Eles acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo.
Entre as crenças estavam:
  • Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;
  • Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;
  • Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;
  • Humanos que viraram peixe para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue;
  • e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Tamareira e não macieira?? Por quê??

No Primeiro livro dos Nefilins eu escrevi a árvore da vida como a Tamareira.
Mas você pode estar se perguntando: Ela não deveria ter feito a macieira.
Sim a macieira é a árvore da vida, cujo fruto leva quem comer a vida eterna, em várias cultura. 
Na Grécia era a macieira dourada de Hera, na mitologia nórdica era a macieira, também dourada cultivada pela deusa Iduna e deusa Freya.
Nessas mitologias vários deuses disputavam porque os dava a juventude eterna. Esse fruto também conhecido como Pomo de ouro.
Contudo, a mitologia suméria é a mais antiga de todas, que temos relato, antes de qualquer religião ou mitos, lá surgiram as primeiras crenças, lendas. Os deuses Anunnaki foram os propulsores de tudo que temos hoje.
Dentre esses deuses existia um, Ea Enki, ele era, digamos assim, responsável pela árvore da vida, que para os sumérios era a Tamareira.
Por isso então fica sub-entendido qual seria a árvore original dos mitos antigos.